Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), a MP, além de ser inconstitucional e aumentar os gastos das entidades sindicais, tem o objetivo de “destruir os sindicatos para que estes não possam oferecerem resistências a Reforma da Previdência”.
Em meio à precarização, ela desmontará a Seguridade, liquidará a ideia de que a aposentadoria é um direito e obrigará os poucos privilegiados a recorrer a planos privados
E se a retirada de direitos dos trabalhadores, sob a justificativa de sustentabilidade da Previdência, fosse tão somente uma cortina de fumaça para a manutenção do projeto de transferência de renda para os mais ricos? A questão que abre o texto bem poderia ser tomada como uma espécie de teoria conspiratória se a realidade macroeconômica não fosse tomada em contexto. “O que me dá profunda irritação é este argumento de que sem a reforma da Previdência o país quebra. Isso é de um primarismo, algo quase rudimentar, por várias razões”, assevera Eduardo Fagnani, em entrevista por telefone à IHU On-Line.
O advogado do SINTSAUDERJ Luís Cláudio Martins Teixeira garantiu na justiça o restabelecimento do plano de saúde de um associado que foi desligado da CAPSAÚDE por falta de pagamento da cooparticipação.
O trabalhador vinha usando o plano de saúde para tratamento oncologico, com isso o plano veio acumulando os valores da cooparticipação e acabou cobrando-os em uma única parcela o que fez com que o mesmo não tivesse condições de quitar, assim sendo, foi descredenciado do plano ficando sem acesso ao tratamento.
Logo que chegou ao conhecimento da direção do SINTSAUDERJ o ocorrido foi proposta ao departamento jurídico a adoção das providências para a solução do caso.
Agora pouco recebemos no e-mail do sindicato, mensagem enviada pelo Núcleo de Matéria Administrativa da Advocacia Geral da União-AGU, adiando a audiência de conciliação do próximo dia 27/02/2019 para o dia 11/03/2019, às 10 horas da manhã.
O dia de ontem(20/02), foi o dia que as Centrais Sindicais e seus sindicatos filiados foram as ruas contra a Reforma da Previdência de Bolsonaro e o seu Posto Ipiranga, o Ministro da Economia Paulo Guedes. No mesmo momento o Presidente da República entregava a píor proposta de Reforma da Previdência da nossa história ao Congresso Nacional.
Trezentos e vinte representantes de servidores federais das três esferas participaram nesse domingo, 17, em Brasília, de reunião ampliada dos fóruns (Fonasefe e Fonacate) que reúnem entidades de diversas categorias do setor público. Além de promover uma avaliação ampla da conjuntura e aspectos políticos e econômicos do governo atual, os servidores discutiram a pauta da campanha salarial 2019 da categoria adequada ao debate e impactos de mudanças do estado brasileiro.
Mais uma armadilha paira sobre a vida de alguns servidores públicos. Muitos, em busca de melhores condições financeiras, entraram na Justiça, por meio de advogados particulares, requerendo o FGTS do período em que passaram a ser do Regime Jurídico Único (RJU) – de 1990 até agora.No início de fevereiro, a 1ª Vara do Trabalho de Petrolina deferiu em parte uma sentença dessa natureza, a qual foi desfavorável para o servidor. A Justiça atendeu a solicitação do funcionário público, concedendo-lhe o direito ao FGTS, mas a AGU determinou que o servidor deverá migrar do RJU para a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele deixa de ser estatutário e passa a ser
celetista.
São Paulo – A economia brasileira cresceu 1,15% em 2018, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (15).
Brasília - A partir desta quarta-feira (20), o governo enfrentará o primeiro grande desafio na área econômica. A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reforma o regime de Previdência dos trabalhadores dos setores público e privado será enviada ao Congresso Nacional, onde começará a tramitar na Câmara dos Deputados.